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As Copas do Brasil – Crónica Diario AM 04/05/2015

As Copas do Brasil – Crónica Diario AM 04/05/2015
Anz

Primeramente solicitar disculpas por no haber podido facilitaros una cronica este lunes , por motivos laborales me fue imposible. Pedir disculpas por el formato pues tan solo he podido hacerlo por medio de la tablet. Valga este texto recogido de los periodicos deportivos brasileños que se hacen eco de la conclusión de los dos mas importantes torneos pre-brasileirão, la Copa Carioca y la Copa Paulista. Sin miedo al portugues.

Jornal Folha de Sao Paulo – Santos bate o Palmeiras nos pênaltis e conquista o seu 21º título paulista

Diferentemente do ano passado, quando perdeu o título paulista nos pênaltis, o Santos se sagrou campeão estadual neste domingo (3), na Vila Belmiro, ao vencer o Palmeiras nas penalidades por 4 a 2 após sair vitorioso no tempo normal por 2 a 1.

Com a conquista, o Santos alcançou o seu 21º título regional na história. A equipe santista, que fez a sua sétima final estadual consecutiva, havia sido campeão paulista pela última vez em 2012.

De quebra, o time do litoral paulista contou ainda com o artilheiro do torneio, o atacante Ricardo Oliveira, um dos goleadores do Santos na partida ao lado do zagueiro David Braz. O lateral Lucas descontou para o Palmeiras já na etapa final e levou a decisão para os pênaltis.

O título também marcou a primeira conquista do novato técnico Marcelo Fernandes, comandante da equipe há menos de dois meses. Iniciou o ano como auxiliar e subiu de cargo depois da demissão de Enderson Moreira.

Precisando da vitória para levar a decisão, ao menos, para os pênaltis, o Santos buscou mais o ataque e foi bem melhor que o Palmeiras nos primeiros 45 minutos. Por isso, os donos da casa foram para o intervalo com um placar que já assegurava o título estadual.

De volta ao time santista depois de não jogar a primeira final por causa de um edema na coxa esquerda, o atacante Robinho conduziu a equipe da Vila Belmiro na partida e participou das melhores jogadas do ataque alvinegro. Se não fosse o goleiro Fernando Prass, o camisa 7 santista poderia ter marcado em chutes aos 3min e aos 19min.

Mas, quando atuou como garçom, ajudou o Santos a fazer 2 a 0 ainda na primeira etapa. Aos 29min, após uma cobrança de falta pela lateral,Valencia lançou Robinho na grande área. A defesa do Palmeiras parou pedindo impedimento e o atacante, em posição legal, tocou para o zagueiro David Braz, com o gol aberto, abrir o placar na decisão.

Já aos 43min, após toque de Robinho, Ricardo Oliveira ganhou da defesa palmeirense na dividida e, na saída do goleiro Fernando Prass, chutou no canto esquerdo para aumentar o placar para os santistas. Foi o 11º gol do camisa 9 na competição e encerrou sua participação como artilheiro isolado.

O Palmeiras, lento na troca de passes e refém dos contragolpes santistas, pouco produziu ofensivamente. Valdivia errou muito e foi presa fácil da marcação adversária. Para piorar, outra esperança alviverde no ataque, Dudu também não fez uma boa partida individualmente e ainda foi expulso nos acréscimos juntamente com o santista Geuvânio após troca de agressão fora do lance.

A entrada de Cleiton Xavier no lugar de Robinho logo no começo do segundo tempo fez o Palmeiras aumentar a sua produção ofensiva. Com isso, os visitantes rondaram com muito mais frequência a grande área santista. Rafael Marques e Zé Roberto quase diminuíram o placar, mas o goleiro Vladimir fez duas belas defesas.

E, melhores em campo, os palmeirenses chegaram ao gol. Aos 19min, Valdivia recebeu passe na intermediária e, sem marcação, deu belo lançamento para o lateral Lucas, nas costas da defesa santista, chutar na saída do goleiro Vladimir e descontar o placar para o Palmeiras.

Porém uma expulsão do zagueiro Victor Ramos, por falta dura em Valencia, freou a reação do Palmeiras nos minutos finais do confronto. E, mesmo com nove jogadores em campo, a equipe alviverde segurou a derrota parcial e levou a decisão para os pênaltis.

Nas cobranças, os palmeirenses Jacskon e Rafael Marques desperdiçaram as suas finalizações, enquanto todos os santistas converteram, selando a vitória nas penalidades por 4 a 2.

 

Jornal O Globo – Vasco vence o Botafogo de novo e é campeão carioca

Quem ousará dizer que não foi marcante, inesquecível mesmo para a massacrante maioria dos 66 mil presentes no Maracanã? Porque jogos de futebol, por vezes, podem prescindir de virtudes técnicas para que cumpram um papel. E quantas reflexões, quantas lições nos deixou a tarde deste domingo, no Maracanã. A começar pela conquista do Vasco, que foi além de vencer o Botafogo por 2 a 1, foi além de simplesmente ganhar uma taça. Na sua tarde de reencontro com o título estadual após 12 anos, a torcida deu a todos a exata dimensão do tamanho do clube, da força de sua gente.

 

- Estou muito feliz de estar aqui. E quero ganhar ainda mais – vibrou Gilberto.

- É uma emoção grande e inexplicável. Vim para o Vasco e consegui meu espaço e fui muito bem recebido. Mas esse é só o começo de uma história – comemorou o volante Serginho.

Não houve exatamente uma demonstração de poderio em campo. Mas disso falaremos adiante. Foi como se o campo refletisse, através de uma vantagem pequena, a vitória gigantesca na arquibancada. Eram 20 minutos do segundo tempo quando, com celulares, os torcedores produziram um espetáculo de luzes. Em seguida, numa coreografia enquanto cantavam que “o sentimento não para”, braços se moviam juntos. Era a prova: Sul, Leste e Oeste do Maracanã eram Vasco. Ao menos três quartos do maior público do futebol brasileiro em 2015. Por alguns anos, a crise técnica ou talvez o fato de mandar jogos em São Januário, que por um destes efeitos colaterais dos tempos modernos teve sua capacidade restringida, muitos se esqueceram do tamanho deste clube. Ocasiões como a de ontem, com um Maracanã tomado de assalto — como acontecera no fim do ano passado, na volta à elite —, nos ajudam a colocar as coisas nos devidos lugares. O Vasco reencontrou a taça num cenário típico de um clube de massa. Um Maracanã em que, embora menor, a torcida do Botafogo não fez feio. Se os vascaínos entraram em campo com um mosaico, os alvinegros também.

Quem se ocupar de editar os melhores momentos da decisão do Rio poderia selecionar os três gols do jogo e, no mais, exibir a torcida do Vasco. Ela produziu os melhores momentos. Movida pela ansiedade por um grito de campeão com significado muito mais amplo do outras celebrações de título que os vascaínos já viveram. O grito de gol após o chute de Gilberto, no minuto final, foi um grito de libertação. O Vasco não vencia o Estadual desde 2003, mas não está na fila desde então. Ganhou a Copa do Brasil em 2011. Mas sua torcida se machucou demais. Foi novamente à Série B, perdeu decisões, a última delas no minuto final com um gol impedido. A torcida entendeu que o clube, talvez mais do que qualquer outro, precisava deste título. Ganhou quem mais quis e mais necessitava.

Há outras lições que a tarde de domingo ofereceu. Como dizer que tem que acabar um campeonato que leva ao estádio 66 mil pessoas? Não eram 66 mil pessoas com qualquer atitude. Era gente tensa, nervosa, envolvida com o jogo. Rivalidade é coisa séria. E os Estaduais são pilar fundamental da formação do futebol brasileiro. Sua existência é um patrimônio nacional, não anomalia. São um produto a ser cuidado. Certamente, revisto e redimensionado. Sem dúvida, muito melhor tratado do que foi neste 2015.

Por fim, a lição do campo. Daqui a alguns anos, provavelmente a final do Estadual de 2015 seja lembrada mais pelo espetáculo da arquibancada do que por ter sido “o jogo do gol de Rafael Silva”, “o jogo do gol de Gilberto” ou por alguma atuação individual. Houve muita intensidade, dramaticidade. Mas foi pobre de técnica. Não havia um fora de série que mudasse o curso do jogo com um belo lance.

René Simões tentou com Luís Ricardo pela direita, contendo os laterais do Vasco. Funcionou por dez minutos. Na melhor chance, Luís Ricardo tocou e Bill perdeu. Passada a surpresa inicial, o Vasco controlou o rival. Guiñazu, Serginho e Julio dos Santos ganharam o meio-campo. Mas as trocas de passe eram raras, as construções de jogadas também. A opção predominante era a bola longa. Não havia chances de gol.

A sensação de que um desarme era mais capaz de conduzir ao gol do que um passe se confirmou aos 45. Marcelo Mattos perdeu para Gilberto e Guiñazu achou Rafael Silva. Reserva em parte do Estadual, ele se candidatava a herói.

Mas quebrar um jejum de 12 anos tem um preço: sofrer. O Botafogo do segundo tempo tinha Diego Jardel e Sassá. O lateral Gilberto trocava o lado do campo para virar meia. O Botafogo não sufocava um Vasco sólido na defesa, a principal característica do campeão. Mas conseguiu o empate com Diego Jardel, aos 29.

Fato é que o Botafogo fora ao seu limite, algo habitual neste time obstinado. Aliás, um motivo para sua torcida se orgulhar. Ainda teve Fernandes expulso. Mas o jogo fazia a torcida do Vasco reencontrar seus fantasmas. O medo de nova decepção, de outro gol fatal no fim. Até o time parecia sentir. Mesmo com um a mais e um rival cansado, o Vasco não matava o jogo. Mas houve tempo para a justa apoteose da torcida. Aos 48, quando Gilberto ficou diante de Renan, o tempo decorrido entre o domínio e o chute pareceu uma eternidade para os vascaínos. Até o arremate certeiro, libertador. Vasco campeão.

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